Não escrevo para ser lida - que isso fique bem claro. Escrevo por que algo em mim morrerá lentamente se não o fizer. Já dizia a música "conto por contar, eu deixo em algum canto". Meus blogs, como diários, acumulam-se fora dos olhares curiosos. Para mim e mais ninguém.
O veneno da vida em suas gotas escuras me corta a capacidade de respirar se não for descarregado. A melancolia, a tristeza, a neurose, a dor, mas também a alegria, as boas histórias, por que a água parada apodrece. A mudança é essencial e para ela a análise.
Este novo blog é como um barquinho com a vela içada, pode avançar se os ventos assim o desejarem, mas também pode naufragar. Que seja então entregue ao sabor das ondas.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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